A chave para mudar sua autoestima e apreciar quem você genuinamente é está em uma simples pergunta: E se você não se comparasse com ninguém?

Esse final de semana assisti um filme maravilhoso chamado Yesterday! Nesse filme, (sem querer dar spoiler pois acredito que seria uma ótima pedida de filme pra você assistir), um rapaz depois de sofrer um acidente acorda num mundo em que Beatles nunca existiram.
Ele descobre isso quando canta Yesterday para alguns amigos, e todos ficaram estupefatos com a beleza da canção, achando que ele tinha composto a música.
Totalmente estarrecido e sem entender, ele corre para pesquisar no google “The Beatles”, mas não havia rastro ou registro. O mundo tinha apagado a existência deles. E somente o rapaz tinha na memória suas músicas. O resto você confere assistindo.
Sempre quando quero virar uma chave sobre algo, ou entender alguma coisa sobre uma perspectiva diferente eu me pergunto: e se não existisse isso no mundo, como seria?
Eu já me fiz essa pergunta sobre dinheiro, pra entender com o que eu trabalharia por exemplo.
E pensando sobre as chaves do autoamor, me veio a seguinte ideia: e se não existisse a comparação?
A comparação é um dos, senão o maior motivo de tristeza e autodepreciação das pessoas.
E se um dia você acordasse num mundo em que simplesmente “se comparar” não fizesse parte da cognição mental das pessoas? Como você se sentiria a respeito de si mesmo?
Sem comparar seu estilo de vida, casa, cabelo, peso, corpo, relacionamento, profissão. Como você se avaliaria se o outro não fosse parâmetro?
No filme, as músicas dos Beatles acabaram fazendo sucesso e causando a mesma comoção nas pessoas por sua beleza e criatividade únicas. Porque independente de quem as cantem, são assim.
E da mesma forma cada um de nós somos únicos. Não há como comparar Beatles com Rolling Stones. Ambos são maravilhosos, e únicos.
A comparação é uma das autoagressões mais ferozes que alguém pode cometer contra si mesmo, pois coloca em xeque a própria história, a ancestralidade e todo o esforço de uma vida, por simplesmente não apreciar a própria jornada.
Você chegou aonde chegou, e ocupa o lugar que agora ocupa, Aceite e celebre isso independente do ponto em que você se encontra.
Em nossa jornada de vida a medida que avançamos alcançamos novos horizontes. E a cada novo horizonte, uma nova perspectiva, uma nova sabedoria.
Siga em frente. Olhe para o horizonte. Siga para o norte! E não olhe para os lados e nem para trás. Cada um está caminhando junto com você, mas no próprio ritmo e compasso.
A grandiosa canção da vida precisa que cada um de nós viva sua singularidade, que vibremos em nosso próprio tom. Só assim teremos uma grande harmonia.
Permita-se encontrar o seu próprio ritmo.




